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Para atender cada vez mais e melhor os filiados do SINESP, em formato inovado, as novas turmas dos cursos de idiomas terão conteúdo 100% online e organizado em três módulos:

Módulo 1 – de Agosto a Dezembro de 2020 (Início no dia 10 de Agosto).
Módulo 2 – de Fevereiro a Junho de 2021.
Módulo 3 – de Agosto a Dezembro de 2021.

Inglês – Quintas-feiras, das 18h às 19h30.
Francês - Segundas-feiras, das 10h às 11h30.
Espanhol - Sábados, das 9h30 às 11h.
Italiano - Quartas-feiras, das 10h às 11h30.

INSCRIÇÕES
A partir do dia 5 de agosto de 2020, às 9h, pelo WhatsApp e/ou telefone do SINESP 3116-8400.

Não perca essa oportunidade!

Vagas limitadas!

  • 10 Agosto 2020 - 31 Dezembro 2021
  • CFCL-SINESP
  • Totalmente online

O debate será no dia 6 de agosto de 2020, às 15h, em sala virtual - Os inscritos receberão o link para participar por WhatsApp e email.

INSCRIÇÕES: de 28 de julho a 4 de agosto pelo WhatsApp (clique aqui) e/ou telefone 3116-8400.

O Ovo da Serpente, filme de Ingmar Bergman, se passa em Berlim, em novembro de 1923, e apresenta discussão sobre a gênese da ideologia, da mentalidade, das emoções e da política fascista/nazista.

Abel Rosenberg é um trapezista judeu desempregado, que descobriu recentemente que seu irmão, Max, se suicidou. Logo ele encontra Manuela, sua cunhada. Juntos sobrevivem com dificuldade à violenta recessão econômica pela qual o país passa. Sem compreender as transformações políticas em andamento, eles aceitam trabalhar em uma clínica clandestina que realiza experiências em seres humanos.

>>> Veja o filme no YouTube, clicando na imagem abaixo

  • 06 Agosto 2020
  • Online
  • www.sinesp.org.br

O Livro A máquina de fazer espanhóis terá mais uma sala de debate online

Atendendo a pedidos de filiados, teremos nova turma para debater este livro 

● Inscrições até 11 de agosto pelo Whatsapp do SINESP: 3116-8400, ou clicando aqui.

(nova) Turma 2: 12 de agosto de 2020 - 19h

● Os filiados inscritos receberão o link para entrar na sala virtual do Clube de Leitura pelo e-mail e pelo Whatsapp cadastrados no SINESP.

Livro de Valter Hugo Mãe traz reflexão sobre a existência humana

Mais um tema imprescindível no Clube de Leitura do SINESP: a existência humana. A partir do livro A máquina de fazer espanhóis, o debate versará sobre a humanidade dos que padecem, assim como na obra de Valter Hugo Mãe, que trabalha o tema a partir da história do barbeiro António Jorge da Silva, que passa a viver num lar de idosos depois do falecimento de sua esposa.

Antônio se depara com a seguinte situação: os quartos da ala direita dão para um jardim onde crianças brincam. Já os da esquerda, reservados aos acamados, têm vista para o cemitério. Que alegrias pode a vida oferecer a alguém tão próximo de seguir esse caminho? A convivência com funcionários e pacientes do asilo joga luz na humanidade dos que padecem. Trata-se de um material para louvar a vida, mesmo em suas manifestações mais ameaçadas.

A máquina de fazer espanhóis é uma aventura irônica, trágica e divertida. O que mudará na vida do protagonista, com 84 anos, no dia em que seu mundo se transforma violentamente?

  • 12 Agosto 2020 - 12 Agosto 2020
  • CFCL-SINESP
  • Encontro Virtual

A Fundação Bienal mantém em site farto conteúdo sobre as 33 edições da Bienal de Artes de São Paulo e muitas informações sobre a próxima edição, prevista para acontecer inicialmente em 2020, mas já prorrogada para 2021, por conta da pandemia da Covid-19. 

A 34ª Bienal de São Paulo está marcada provisoriamente para acontecer de 4 de setembro a 5 de dezembro do ano que vem, mas já se sabe que a data deve sofrer ainda mais alterações devido às tratativas com instituições parceiras. Uma programação intermediária está sendo elaborada, envolvendo ações educativas digitais, que será anunciada em breve. 

Enquanto se vive a expectativa para a próxima edição, é possível fazer tours virtuais pelas últimas bienais (da 29ª à 33ª edição), além de ver vídeos, cartazes, fotos e notícias sobre a história das Bienais, com acesso também em Libras. Dá até para se cadastrar e receber a newsletter Bienal em Casa, que traz sempre as últimas novidades em conteúdo.

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Ao modificar o formato desta edição, a Fundação Bienal reconhece o profundo impacto da pandemia e das crises sanitária, econômica, política e social que ela acentua, e, ao mesmo tempo, entende que o encontro com a arte e a cultura é fundamental para uma sociedade processar coletivamente seus lutos, ansiedades, medos e traumas.

A mudança foi proposta em reunião que também deliberou sobre a alteração permanente da realização das Bienais para anos ímpares, de forma que a 35ª edição da mostra acontecerá em 2023.

>>> Visite o site da Fundação Bienal

>>> Visite o site da 34ª Bienal de Artes de São Paulo

>>> Faça o tour virtual pela 33ª Bienal de Artes de São Paulo

>>> Faça o tour virtual pela 32ª Bienal de Artes de São Paulo

>>> Faça o tour virtual pela 31ª Bienal de Artes de São Paulo

>>> Faça o tour virtual pela 30ª Bienal de Artes de São Paulo

>>> Faça o tour virtual pela  29ª Bienal de Artes de São Paulo

  • 16 Janeiro 2021
  • Site da Fundação Bienal
  • Internet

Alguma coisa acontece com o coração de quem cruza milhares de avenidas, mais de uma centena de parques e milhares de pontos históricos e turísticos da maior cidade da América Latina. Rostos e histórias plurais se reúnem aqui. Por isso que, antes da pandemia, São Paulo servia de locação para mais de mil produções por ano, entre longas-metragens, documentários, séries e novelas, e é aqui que está boa parte das produtoras e serviços de alta qualidade que dão suporte à indústria do cinema brasileiro.

De acordo com a SP Cine, são mais de três mil empresas envolvidas com a atividade audiovisual, sendo 1500 produtoras e cerca de 70 empresas que oferecem serviço profissional de som, mixagem e trilha sonora. Das locações de época às paisagens futuristas, do urbano à natureza, São Paulo oferece também infraestrutura de padrão internacional, com três aeroportos, hotelaria de luxo e destaque para a gastronomia do mundo todo.

Ficar sem sair é difícil, mas com a arte é possível revisitar lugares e reviver momentos eternizados nessas películas. Aproveite!

Confira seleção especial do SINESP sobre SP no Cinema!

Clique nas imagens para assistir

1. São Paulo, Sociedade Anônima, de Luís Sérgio Person (Brasil, 1965)

Considerado um dos grandes clássicos do cinema brasileiro, o filme retrata o estilo de vida paulistano em uma metrópole de poucos carros e prédios mais baixosCarlos (Walmor Chagas) vive em tensão com seu chefe, Arturo (Otello Zeloni), enquanto tem que lidar com as ambições da esposa Luciana (Eva Wilma) e uma vida dupla com Ana (Darlene Glória). 

2. "O Bandido da Luz Vermelha", de Rogério Sganzerla (Brasil, 1968)

O Bandido da Luz Vermelha é um clássico do cinema marginal de 1968, do gênero policial, inspirado nos crimes do famoso assaltante João Acácio Pereira da Costa, apelidado de "Bandido da Luz Vermelha". Em 2015, o filme entrou na lista da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) como um dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos.

3. "Cidade Oculta", de Chico Botelho (Brasil, 1986)

Em 1986, a cidade foi retratada de forma bastante alternativa neste cult movie. Anjo (Arrigo Barnabé), depois de cumprir sete anos de prisão, reencontra um antigo comparsa, agora chefe de uma organização criminosa. Enquanto se joga nos braços da estrela do submundo Shirley Sombra (Carla Camurati), Anjo se esquiva de um policial corrupto (Cláudio Mamberti).

4. "O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias", de Cao Hamburguer (Brasil, 2006)

O filme conta a história de Mauro, um menino que é deixado aos cuidados de um vizinho de seu recém-falecido avô, seu então tutor depois que os pais são obrigados a fugir da repressão durante a Ditadura Militar. Mauro observa a paisagem da janela de um carro e pode-se ver no reflexo o Edifício Martinelli, o primeiro arranha-céu a ser construído na América Latina, em 1939. 

5. "Não por acaso", de Philippe Barcinski (Brasil, 2007)

Pedro (Rodrigo Santoro) caminha na mata fechada seguido por Lúcia (Letícia Sabatella). Até que sobem em uma pedra e a vista que se revela é espetacular. A cena foi rodada no núcleo Pedra Grande, no Horto Florestal, na zona norte de São Paulo.

6. "Tudo Que Aprendemos Juntos", de Sérgio Machado (Brasil, 2015)

Filme baseado na peça de teatro "Acorda Brasil", do empresário Antônio Ermírio de Moraes, retrata a história real de um violinista frustrado que passa a lecionar música em uma escola pública da cidade de São Paulo, o que acaba culminando na criação da Orquestra Sinfônica de Heliópolis.

7. "Que horas ela volta?", de Anna Muylaert (Brasil, 2015)

A pernambucana Val se muda para São Paulo para oferecer uma vida melhor para a filha, Jéssica, que fica aos cuidados de familiares. Anos depois, a garota já crescida lhe telefona, dizendo que precisa vir para a cidade prestar vestibular. Os chefes de Val concordam inicialmente com a ideia de abrigar a moça no período, mas a chegada de Jéssica à casa vai abalar as relações entre os patrões de classe média alta e a empregada doméstica, que é tratada até então como "parte da família".

FAIXA BÔNUS - Tem uma cena que acabou cortada do filme que mostra um passeio pelo Copan, um dos símbolos da arquitetura moderna brasileira, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer para as comemorações do Quarto Centenário da cidade. Vale a pena assistir!

VEJA TAMBÉM!

>>> SINESP Paradiso Cinema na Pandemia: Sete filmes com olhar feminino

  • 16 Janeiro 2021
  • YouTube

Em sua terceira edição, o Conaler, Congresso Nacional de Leitura online, reunirá conferências, palestras, depoimentos, saraus e sessões de cinema para falar de livros e leitura em tempos de pandemia, com transmissão gratuita pela internet. As lives com apresentadores e convidados serão transmitidas ao vivo, de 3 a 9 de agosto. 

O Conaler é uma iniciativa do Observatório do Livro e da Leitura, uma fundação sem fins lucrativos que tem por missão fomentar projetos de leitura junto a populações vulneráveis e formar mediadores e multiplicadores de leitura a fim de contribuir para a transformação das pessoas e da sociedade. Seus dirigentes são personalidades com um histórico de atuação em temas relacionados aos livros, leitura, literatura e bibliotecas, no Brasil e no Exterior.

>>> Para participar, é só fazer a inscrição, totalmente gratuita, clicando aqui.

>>> Confira a programação a seguir:

1º DIA – SEGUNDA-FEIRA (03/08/2020)
19h - Live com o historiador e professor Roger Chartier (França)

20h - Sarau Literário com os escritores Daniel Munduruku e Tânia Tomé (Moçambique), a educadora Cláudia Costin e o ator Paulo Betti

21h - Quarentena Literária com depoimento da cantora e escritora Fernanda Takai

2º DIA – TERÇA-FEIRA (04/08/2020)
19h - Live com o escritor Ignácio de Loyola Brandão

20h - Sarau Literário com o escritor e jornalista Luiz Ruffato, o ator Antônio Grassi, a gestora de Políticas Públicas Tatiana Brechani (Clube de Leitura 6.0) e Vitor Tavares (presidente da Câmara Brasileira do Livro)

21h - Quarentena Literária com a poetisa Alice Ruiz

3º DIA – QUARTA-FEIRA (05/08/2020)
19h - Live com o filósofo e educador Cesar Nunes

20h - Sarau Literário com o escritor e roteirista Fernando Bonassi, o educador e palhaço Claudio Thebas, a atriz e escritora Cristiane Sobral e Bernardo Gurbanov (presidente da Associação Nacional de Livrarias)

21h - Quarentena Literária com o escritor Cristovão Tezza

4º DIA – QUINTA-FEIRA (06/08/2020)
19h - Live com o filósofo e escritor Renato Janine Ribeiro

20h - Sarau Literário com os escritores Deonísio da Silva e Maurício Pestana, o educador José Luiz Goldfarb e a bibliotecária Hanna Azevedo

21h - Quarentena Literária com a psicanalista e escritora Viviane Mosé

5º DIA – SEXTA-FEIRA (07/08/2020)
19h - Live com o escritor Pedro Bandeira

20h - Sarau Literário com os escritores Léo Cunha e Dora Incontri, o filósofo e pesquisador Renato Noguera e o ator Sérgio Mamberti

21h - Quarentena Literária com o jornalista e escritor Florestan Fernandes Jr

6º DIA – SÁBADO (08/08/2020)
19h - Live com a monja zen budista Monja Coen

20h - Sarau Literário com os escritores Mary del Priore e Fernando Moraes, o poeta e agitador cultural Sérgio Vaz e a socióloga Zoara Failla (Instituto Pró-Livro)

21h - Quarentena Literária com o jornalista e escritor Zuenir Ventura

7º DIA – DOMINGO (09/08/2020)
19h - Live com a escritora Marina Colasanti

20h - Sarau Literário com os escritores João Carrascoza e Menalton Braff, a cantora e compositora Ana de Hollanda e Gleyce Tavares (membro do Clube de Leitura 6.0)

  • 03 Agosto 2020 - 09 Agosto 2020
  • Conaler
  • https://observatoriodolivro.org.br/conaler

Em abril, a 9ª Semana de Estudo e Leitura promoveu a Ação Cultural Jovem Poeta. Por meio de uma plataforma digital, pais e responsáveis fizeram a inscrição de crianças e adolescentes para participarem desta ação com o envio de um poema, escrito pelos jovens, cujo tema foi “A Cidade de São Paulo”.

A realização teve o apoio do SINESP, além de entidades como Câmara dos Vereadores de São Paulo, pastas de Cultura e de Educação da Prefeitura e Câmara Brasileira do Livro.

Foram enviados mais de 300 trabalhos, de todos os cantos da cidade, e selecionados 50 textos para representar São Paulo, divididos em duas categorias: 25 poemas de crianças de 8 a 12 anos e 25 poemas de adolescentes de 13 a 15 anos.

Devido à quarentena, imposta por conta da pandemia do coronavírus, a Ação Cultural Jovem Poeta, criada por iniciativa do vereador Eliseu Gabriel, foi de extrema importância para promover e incentivar o estudo e a leitura sem sair de casa. Em uma ação totalmente online, pais e filhos aproveitaram esse momento para escreverem, juntos, um poema. Assim, a interação com a família também foi um dos pilares da Semana de Leitura 2020 e da Ação Cultural Jovem Poeta.

Agora é a hora de ver o resultado!

Todo jovem pode ser aquilo que deseja ser, INCLUSIVE UM JOVEM POETA!

>>> Clique aqui para baixar o e-book Jovem Poeta - Semana de Leitura - CBL

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  • 16 Janeiro 2021
  • Site da Ação Cultural Jovem Poeta 2020
  • https://www.jovempoeta.com.br/

O curso rápido de INGLÊS, com ênfase na comunicação oral, ganha nova edição em formato online nesse mês de agosto, com turma de sábado para atender à grande demanda dos filiados.

Mesmo com o distanciamento social imposto pela pandemia, o SINESP busca cada vez mais novas formas de atender seus filiados.

Período do curso: Sábados, 1º, 8, 15, 22 e 29 de agosto de 2020

  • Turma 8 - das 8h às 10h

INSCRIÇÕES

Vagas encerradas

Os filiados inscritos receberão o link para entrar na sala virtual do Curso pelo e-mail e pelo Whatsapp cadastrados no SINESP.

  • 01 Agosto 2020 - 29 Agosto 2020
  • CFCL-SINESP
  • Virtual

Webconferência - Gravação de vídeos e áudios no smartphone

Inscrições abertas a todos os filiados a partir de 28 de julho, às 9h, pelo telefone 3116-8400 ou Whats App.

Os workshops serão totalmente online.

Vagas encerradas

Webconferência - Turma 2
Conteúdo do curso: recursos básicos, como participar de reuniões e aulas online, diferença entre as principais plataformas.
Dias 30 e 31 de Julho, das 14h30 às 16h.

Gravação de vídeos e áudios no smartphone - Turma 2
Conteúdo do curso: como gravar, como localizar o arquivo no seu smartphone, dicas de formato.
Dias 30 e 31 de Julho, das 18h às 19h30.

  • 30 Julho 2020 - 31 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • Virtual

Gravação de vídeos e áudios no smartphone – Webconferência – Segurança digital – Youtube

Inscrições encerradas

Gravação de vídeos e áudios no smartphone
Conteúdo do curso: como gravar, como localizar o arquivo no seu smartphone, dicas de formato.
Dias 23 e 24 de Julho, das 10h30 às 12h.

Webconferência
Conteúdo do curso: recursos básicos, como participar de reuniões e aulas online, diferença entre as principais plataformas.
Dias 23 e 24 de Julho, das 14h30 às 16h.

Segurança digital
Conteúdo do curso: o mundo digital, o que é segurança digital, tipos de ameaças digitais, saiba se proteger, indícios de dispositivo infectado.
Dias 28 e 29 de Julho, das 10h30 às 12h.

Youtube
Conteúdo do curso: criar perfil no Youtube, importância do Gmail na plataforma, nomear vídeos, descrição de conteúdo dos vídeos, detalhes da publicação, publicação do vídeo, compartilhar vídeo.
Dias 28 e 29 de Julho das 18h às 19h30

  • 23 Julho 2020 - 29 Julho 2020

O primeiro Cine Debate Virtual do SINESP reuniu mais de 30 filiados em duas datas, 24 e 25 de junho, tendo como ponto de partida o filme Negação, produção baseada na luta de uma estudiosa americana contra um negador do Holocausto. A temática do negacionismo se mostra muito atual apesar de retratar fatos que aconteceram nos anos 90 - e que remetem à Segunda Guerra Mundial.

Jean Rodrigues Siqueira, professor-doutor de graduação e Pós-Graduação de Filosofia, abre o debate trazendo as circunstâncias históricas que permeiam a trama. O debatedor aponta que, tanto naquela época quanto hoje, notícias falsas acabam por tomar o lugar do debate fundamentado, reescrevendo assim a compreensão geral da população.

Mestre em Língua Espanhola e professor de Espanhol do CFCL-SINESP há mais de 20 anos, o professor Marcos Maurício Alves da Silva, também debatedor, cita o caso brasileiro da Editora Revisão, fechada nos anos 90 porque tinha no catálogo livros negacionistas sobre o Holocausto. Ficou provado na Justiça que aquele conteúdo não poderia existir. Só que hoje tudo isso está na internet, espaço onde quase tudo é permitido, e vai ganhando amplitude como uma nova possibilidade de realidade, alerta.

Norma Lúcia Andrade dos Santos, Diretora Cultural do SINESP, também reforça a necessidade do combate às notícias falsas. Tem 30% da população que acha que fake news é liberdade de expressão. É muito importante que isso seja discutido agora. A mentira não pode se passar por verdade e ser vendida à população. Norma também celebra a assertividade na escolha do filme. Esse filme é tão atual que se assistirmos daqui a dez anos ele vai continuar atual!, frisa.

O trabalho de equipe dos pesquisadores para derrubar a versão negacionista na Justiça da Inglaterra chamou a atenção de Luiz Ghilardi, presidente do SINESP. Minha vida toda como professor de Educação Física, Coordenador Pedagógico e sindicalista foi arrumar equipes e estratégias. Quando a pesquisadora Deborah Lipstadt – vivida no filme pela britânica Rachel Weisz, – percebeu que era parte de uma equipe, a coisa andou, comemora.

O filme inspirou Ghilardi a se aprofundar na pesquisa sobre o assunto, assim como vários outros participantes. Alguns trouxeram até outras obras como referência, como o filme “Chicken Little”, de 1943, recomendado pelo professor Marcos, e o documentário "A Terra é Plana", produzido pela Netflix, indicado pela vice secretária-geral do SINESP, Maria Cristina Ribeiro.

A dirigente sindical assinalou que a escolha do filme "Negação" foi brilhante. Trouxe uma reflexão ampla sobre o negacionismo, que é a rejeição dos princípios básicos da ciência para reforçar conceitos particulares e gerar relação tensa na sociedade. Para ela, a semelhança com a atualidade não é casual, o que prova o obscurantismo desse período. Passa pela negação dos problemas climáticos, da Covid-19, do evolucionismo e muitas outras evidências científicas, aponta.

A edição online abre possibilidades para ampliar formas de participação quando tivermos o pós normal com participações presenciais e a distância simultâneas, destaca Christian Sznick, Diretor de Imprensa do SINESP. Tanto que essa primeira edição contou até com a presença de filiadas que estão fora do Brasil. Do norte de Portugal, por exemplo, Gloria Callender debateu ativamente e ainda aproveitou para parabenizar o CFCL-SINESP pela escolha do filme: Perfeito!

Segundo a Diretora Cultural do SINESP,  esse é o primeiro de muitos cine debates virtuais previstos para 2020. Fique ligado em nossos informativos para não perder as próximas edições. É uma oportunidade excelente de debater e encontrar com as pessoas ligadas à reflexão de temas importantes da nossa realidade, reforça a filiada Ana Cândida. Saio encantado desse encontro, sublinha o presidente do SINESP

Novidades

E tem mais! Em breve, o CFCL-SINESP lançará o Música em Debate, com um novo olhar sobre composições que tenham temáticas interessantes. Já tem Clube de Leitura agendado para a última semana de julho. Aguarde mais novidades do CFCL-SINESP

>>> Clique aqui para ver o filme Negação no Youtube.

>>> Veja abaixo mais fotos do Cine Debate Virtual do CFCL-SINESP

CineDebate2site

CineDebate3site

  • 24 Junho 2020 - 25 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • Virtual

O curso rápido de INGLÊS, com ênfase na comunicação oral, ganha nova edição em formato online nesse mês de julho, com mais 3 turmas para atender à grande demanda dos filiados.

Mesmo com o distanciamento social imposto pela pandemia, o SINESP busca formas de atender seus filiados.

Período do curso: de 27 a 31 de julho de 2020

  • Turma 4 - das 10h às 12h
  • Turma 5 - das 14h às 16h
  • Turma 6 - das 18h30 às 20h30

INSCRIÇÕES

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Os filiados inscritos receberão o link para entrar na sala virtual do Curso pelo e-mail e pelo Whatsapp cadastrados no SINESP.

  • 27 Julho 2020 - 31 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • Online

A música não é brincadeira, amigo / A música é a arte do encontro. Assim, parafraseando Vinicius de Moraes, o presidente do SINESP, Luiz Ghilardi, abriu a primeira edição do Música em Debate nesta terça-feira, dia 14 de julho. A nova atividade cultural do SINESP reuniu 32 filiadas por meio da plataforma Zoom. Todos se emocionaram com memórias e lembranças históricas e refletiram sobre a intertextualidade presente nas composições em questão.

A ideia do Música em Debate é justamente essa: promover uma reflexão sobre o processo, o histórico e a lírica musical de determinadas composições. Neste primeiro encontro, o foco foi nas obras de Aldir Blanc, que faleceu em maio devido à Covid-19.

Mestre em Língua Espanhola e professor de Espanhol do CFCL-SINESP há mais de 20 anos, o professor Marcos Maurício Alves da Silva lembra que este foi um fator determinante para a realização do Música em Debate, que já vinha sendo gestado há algum tempo junto à diretora cultural do SINESP, Norma Lúcia Andrade dos Santos. “Veio uma discussão por parte do governo de não se falar dos que morreram de Covid e não poderíamos deixar a morte do compositor passar em branco”, destaca.

“Eu já uso muito a música nas minhas aulas de espanhol, nesta questão prosódica, mostrando as diferenças da língua em cada região, e a ideia já tinha surgido há algum tempo”, lembra o professor. Jean Rodrigues Siqueira, professor-doutor de graduação e Pós-Graduação de Filosofia, também debatedor, ressalta que é preciso afastar o relativismo hermenêutico ao analisar uma obra de arte, por isso a importância de eventos como esse. “A riqueza da arte é que possibilita interpretações mas nem todas têm o mesmo estatuto”. As chaves de leitura aqui têm papel fundamental e é preciso, antes de tudo, entender o contexto em que as obras estão inseridas.

Na pauta, composições de Aldir Blanc

Além de falar do compositor, que deixou mais de 600 obras em 50 anos de carreira, o professor Marcos lembrou que Blanc também era médico psiquiatra e escritor. As composições debatidas foram “Cabaré”, “Caça à raposa” e “Incompatibilidade de Gênios”.

O “Cabaré” sugere que o cenário é usado para projetar uma analogia à vida. Já em “Caça à Raposa”, o autor usou uma cena de caça para driblar a censura e falar sobre a perseguição aos opositores do regime militar. O arranjo do samba “Incompatibilidade de gênios” traz novos instrumentos que vão se somando para mostrar o aumento da angústia e do sofrimento à medida que o personagem vai contando suas mazelas com a companheira para o “dotô”.

Jean Siqueira destaca a riqueza do poeta para conseguir driblar a censura. “É preciso deslocar o significado das palavras devido ao contexto histórico”. Das músicas em debate, a mais emblemática neste sentido é a “Caça à Raposa”. Relatos surgiram a partir de todos ouvirem a gravação de Elis Regina. “Histórias pessoais aliadas à dramaticidade da música: é de arrepiar e de tirar lágrimas até de quem não vivenciou isso”, assinala a filiada Ana Maria Pimenta.

A importância da música

Arte e encantamento marcam a estreia do Música em Debate. A participação ativa das filiadas, como sempre, é determinante para o sucesso da edição. São muitos relatos, saberes e memórias compartilhados. A filiada Rosângela Borges Pereira Forte, por exemplo, também lembrou de outro gênio da música que morreu faz pouco tempo. “Quando vejo filmes que têm a trilha sonora feita por Ennio Morricone, eu fecho os olhos para curtir a música, eu paro para ouvir”, assinala.

Vânia Chamma Ragazzi indica que, na vida, usou mais a música como instrumento de trabalho do que como diversão. “Em reuniões pedagógicas como relaxamento, no antes e depois”, conta. Já a filiada Mary Lucia Pereira Prado, casada com o músico e compositor Paulo Kannecressalta que música é vida e, com o isolamento da pandemia, a música se tornou tudo para ela: “É o momento de Encontro do Divino”, pontua. O termo foi usado também por várias outras filiadas para definir o que a música representa para elas. 

Participantes aprovam Música em Debate em comentários

Norma Lúcia Andrade dos Santos, dirigente do SINESP: É uma experiência tremenda participar desse debate e escutar esses depoimentos de vocês!

Maria Cristina Ribeiro, dirigente do SINESP: Agradeço pela oportunidade de reflexão... Tarde muito agradável!

Leila Soares da Silva, filiada: Obrigada pela musicalidade dessa tarde! Quando será a próxima?

Maria Cristina Garcia Vilaça, filiada: Adorei!

Ana Maria Pimenta, filiada: Música em Debate é tudo de bom! Parabéns pela iniciativa!

Rosângela Borges Pereira Forte, filiada: 100% de participação! Sucessooo!

Vânia Chamma Ragazzi, filiada: Que riqueza e que contribuição nos dá neste momento, parabéns pela iniciativa! Momento memorável em momentos pandemônicos.

Uma nova edição do Música em Debate já está sendo programada para o finalzinho de agosto.

Fique atento aos nossos canais de divulgação de eventos e participe!

>>> Clique aqui para ouvir as músicas no Spotify

>>> Clique aqui para ter acesso ao material completo do 1° Música em Debate do SINESP

>>> Confira mais fotos da primeira edição do Música em Debate abaixo:

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  • 14 Julho 2020 - 14 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • Zoom

O SINESP Paradiso Cinema na Pandemia tem o orgulho de apresentar uma seleção de sete filmes com ótica feminina para descontrair enquanto vivemos esse momento difícil. São filmes disponíveis no YouTube e que trazem um novo olhar num mercado audiovisual ainda, infelizmente, predominantemente masculino. 

Um estudo divulgado em 2017 pela Ancine (Agência Nacional do Cinema), revela que, no Brasil, as mulheres ainda ocupam apenas 40% dos cargos no setor e que, em 2015, receberam em média 13% menos que os homens. Ainda segundo o estudo, em 2016, 20,3% dos filmes lançados no país foram dirigidos por mulheres, porém metade dessas produções são documentários, o que sugere que a participação feminina é maior em filmes de baixo orçamento. Ainda, dos dez filmes brasileiros mais vistos nesse mesmo ano, apenas dois contavam com mulheres à frente.

Com a popularização de temáticas como representatividade e empoderamento, surgem também questionamentos a respeito da participação e da representação feminina no cinema. A recente perda da cineasta Suzana Amaral ampliou o debate. Ao longo da história, a indústria cinematográfica nasceu e se desenvolveu voltada a narrativas masculinas, em que a mulher era vista como um bibelô e era hiperssexualizada. 

Por trás das câmeras, mulheres por muito tempo foram consideradas incapazes de executar algumas funções no set de filmagem, principalmente as técnicas. Só após 82 edições do Oscar que uma cineasta, Kathryn Bigelow em 2010, levou a estatueta na categoria de melhor diretor. A desvalorização de profissionais do sexo feminino no cinema é um reflexo problemático de uma sociedade que aos poucos vai se reconstruindo de forma mais aberta e igualitária.

Confira seleção especial do SINESP sobre a ótica feminina no cinema!

Clique nas imagens para assistir

1. "Falling Leaves" de Alice Guy Blaché (França, 1912)

Alice Guy-Blaché é considerada a mãe do cinema, mas quase ninguém ouviu falar dela. A francesa foi a primeira diretora e roteirista da história e trabalhou em mais de vinte filmes que ela mesma idealizou. Contemporânea de Georges Méliès, criou o conceito de cinema narrativo paralelamente a ele e inovou ao explorar áudio, efeitos especiais e técnicas de luz. Teve tanto sucesso que inspirou Alfred Hitchcock.

2. "A Hora da Estrela", de Suzana Amaral (Brasil, 1985)

Adaptação do romance homônimo de Clarice Lispector em que a protagonista Macabéa (Marcélia Cartaxo), nordestina, órfã de pai, mãe e da tia que a criou, vai para São Paulo em busca de uma vida melhor, mas acaba em uma pensão barata e descobre estar com tuberculose. Ao ser abandonada pelo namorado, consulta uma cartomante, vivida pela magnânima Fernanda Montenegro, que lhe fala de uma grande sorte, uma estrela! Será que as coisas finalmente vão melhorar para Macabéa?

3. "Amélia", de Ana Carolina (Brasil, 2000)

Ficção inspirada na última visita de Sarah Bernhardt ao Brasil, em 1905. A famosa atriz francesa veio ao país quatro vezes, as duas primeiras ainda durante o reinado de D. Pedro II. No filme, em crise, a atriz é influenciada por uma camareira brasileira, Amélia, interpretada por Marilia Pera, a apresentar a ópera “Tosca", de Puccini, no Rio de Janeiro. Na apresentação, acontece um desastre. A atriz realmente sofreu um acidente na ocasião, que afetou sua perna e acabou culminando, anos depois, em sua morte. Curiosidade: Sarah Bernhardt foi representada também em outro filme brasileiro: O Xangô de Baker Street, adaptação do livro homônimo de Jô Soares.

4. Cores e Botas, de Juliana Vicente (Brasil, 2010)

O filme aborda a questão da pressão estética ao retratar as agruras da protagonista para realizar seu sonho, numa época em que a Xuxa era a principal referência de beleza e de sucesso. "A Juliana é uma das mulheres brasileiras mais importantes de se acompanhar o trabalho, com uma trajetória extremamente engajada e tocante", ressalta Petra Costa, documentarista brasileira indicada ao Oscar deste ano com Democracia em Vertigem (disponível na Netflix).

 

5. KBELA, de Yasmin Thayná (Brasil, 2015)

A cineasta reuniu um grupo de mulheres negras para falar da estigmatização dos cabelos negros e a imposição do alisamento como forma indireta de embranquecimento. Por meio de financiamento coletivo, Yasmin Thayná misturou vozes e imagens neste curta-metragem de pouco mais de vinte minutos. "Kbela é o melhor cinema como revelação de alguma coisa que precisamos ver. Algo que foi invisibilizado e que agora está exposto", aponta a professora Márcia Tiburi. É possível fazer download também no site do projeto, clicando aqui.

6. As praias de Agnès, de Agnès Varda (França, 2008)

"Se você abrir uma pessoa, irá achar paisagens. Se me abrir, encontrará praias”, disse a diretora francesa ao apresentar esse documentário autobiográfico, feito por ela aos 80 anos de idade. Pouco conhecida do grande público, Agnès foi pioneira da nouvelle vague muito antes de diretores contemporâneos, como François Truffaut e Jean-Luc Godard, levarem os créditos.  Vida e obra se misturam em entrevistas, fotografias, reportagens e trechos de filmes, numa colcha de retalhos que lembra um álbum de família. Há um forte viés feminista, dado o engajamento da diretora.

7. O Piano, de Jane Campion (França/Austrália/Nova Zelândia, 1993)

O drama escrito e dirigido pela neozelandesa Jane Campion deu o Oscar de 1994 à cineasta, mas na categoria melhor roteiro original. Com apenas 11 anos, Anna Paquin, atriz coadjuvante, se tornou a segunda pessoa mais jovem a vencer um Oscar. Sua colega de filme, Holly Hunter, levou a estatueta pelo papel principal. Pesou o fato de ter tocado de verdade nas cenas. O longa retrata a vida de Ada McGrath, uma mulher que se muda para a Nova Zelândia, então recém-colonizada. Seu futuro marido se recusa a transportar seu piano, o que dá espaço para que outro homem compre o instrumento e passe a tomar aulas com ela. 

 

  • 17 Julho 2020 - 17 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • YouTube

O atendimento personalizado oferecido pelo CFCL-SINESP, na formação e nas atividades culturais e de lazer, foi atualizado para ser mantido com ferramentas tecnológicas nesse momento de pandemia e terá opções mantidas após o período de isolamento.

Os desafios do momento exigem atualização, inovação, adaptação à nova realidade, que tem nas ferramentas tecnológicas o instrumental para manter um atendimento de qualidade. Foi assim que o SINESP não parou de oferecer opções qualificadas para seus filiados em formação, cultura e lazer.

Nesse período, já ofereceu 250 bolsas em cursos de extensão universitária e três cursos EAD: Estudo e práticas curriculares em Direitos Humanos: o ambiente escolar e as redes de proteção; Tecnologias de comunicação: relações éticas nas práticas pedagógicas e de gestão escolar; e Política educacional e financiamento da educação: temas inspiradores no currículo da cidade.

Também propiciou interações virtuais entre os professores e os filiados e adaptou as atividades e aulas presenciais do CFCL-SINESP para ocorrerem através da internet – espanhol, inglês, italiano, francês, pilates, yoga, e tai chi chuan.

E trouxe com muito sucesso para o ambiente virtual o Cine Debate e o Clube de Leitura, além de inovar com o Música em Debate e com o Curso Rápido de Inglês, focado na conversação!

Tudo isso tem propiciado a integração e continuidade das atividades anteriores à pandemia.

Para o segundo semestre, será ampliada esta interação com o uso de plataforma interativa específica e novas turmas de cursos..

Cine DebateOnline

Cine Debate online

InglesOnline

Aula de Inglês online

EspanholOnline

Aula de Espanhol online

FrancesOnline

 Aula de Francês online

 

O SINESP é seu Sindicato parceiro.

Continue junto de quem luta com você!

  • 14 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • www.sinesp.org.br

Durante esse período extraordinário e difícil de pandemia, o The Metropolitan Opera espera alegrar a vida de sua plateia mesmo enquanto seu palco está em quarentena. Na programação Nightly Met Opera Streams, todo dia às 20h30 (horário de Brasília) tem uma apresentação diferente em streaming totalmente grátis no site do Met.

Assim, os maiores cantores da ópera aparecem em gravações de performances completas, realizadas nos útimos 14 anos. Cada apresentação fica disponível até o dia seguinte, uma hora antes da atração da noite. A programação é divulgada a cada nova semana. Os conteúdos também estão disponíveis nos aplicativos Met Opera on Demand para dispositivos Apple, Amazon e Samsung Smart TV.

>>> Clique aqui para ver o streaming gratuito do The Metropolitan Opera

 

  • 16 Janeiro 2021
  • The Metropolitan Opera
  • Nightly Met Opera Streams

Em 2020, a Festa do Imigrante, evento consolidado no calendário cultural de São Paulo, completa 25 anos. Com a pandemia, desta vez a data será comemorada com o lançamento de uma exposição virtual!

A partir do dia 15 de julho, o público encontrará registros fotográficos de diversas edições, informações interessantes e depoimentos de comunidades que fazem parte dessa história, bem como peças gráficas e vídeos. Por meio da plataforma Google Arts & Culture, a curadoria relembrará a trajetória dessa celebração que enaltece as heranças e tradições de diferentes países. 

>>> Clique para participar da Festa do Imigrante

 

  • 15 Julho 2020 - 15 Julho 2020
  • Festa do Imigrante
  • Museu da Imigração

Atividades para as crianças, clássicos da Literatura Universal, saberes da Educação, autores consagrados e independentes, imagens de um supertelescópio espacial, livros de arte: tem milhares de livros grátis disponíveis na internet. São conteúdos que impressionam pela riqueza e pela diversidade. E o melhor: os e-books são portáteis e podem ser levados para onde a gente quiser.

Os arquivos são leves e podem ser baixados para computadores ou celulares, para ler sem precisar de conexão com a internet. A maioria dos e-books estão em formato PDF, mas há sites que oferecem versões online ou para programas como ePUB, MOBI e até para Word. Veja como baixar o PDF Reader e o ePUB no final da matéria.

 

Confira lista de sites com centenas de e-books grátis

 

Editora Limiar tem atualização constante e livro sobre saberes

limiar

A Limiar inclui toda semana novos títulos para download em formato PDF ou ePUB. São clássicos da literatura universal, além de obras de autores brasileiros de gêneros diversos, como Educação, Meio Ambiente e Ficção. Destaque para o livro  A árvore escondida, de Cecília Vaz Castilho, educadora popular e mestre em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social.

Infantis trazem atividades e brincadeiras

mol

A Editoria MOL tem três de seus títulos em versão digital para download grátis. O livro 101 Coisas Para Fazer com as Crianças Antes que Elas Cresçam, o baralho recreativo Língua Solta! e o eBook Brinca Comigo?. Mediante um pequeno cadastro, o usuário tem acesso ao link do e-book para visualização pela internet ou download em PDF.

Mergulhe no universo de Hannah Arendt

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Hannah Arendt foi uma filósofa alemã de origem judaica que é uma das pensadoras mais influentes do século XX. Sua obra é marcada por assuntos muito atuais como o totalitarismo, a política e o mal. Seus pensamentos são base fundamental para outros autores contemporâneos. Download em PDF.

Casa Rui Barbosa: Se o assunto é cordel, o lugar é aqui

cordel

São mais de 9.000 folhetos de cordel disponíveis para consulta online por meio de suas referências catalográficas, que podem ser consultadas por índices, como o de autor, título, assunto, local de publicação, editora/tipografia, data, gênero literatura de cordel, na base de dados da Casa Rui Barbosa. Os assuntos utilizados na indexação dos folhetos digitais estão listados no Vocabulário de Cordel. Tem acesso às obras no próprio navegador e a opção de baixar o volume em PDF.

Universo Machadiano ao alcance de todos

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Resultado de uma parceria entre o Portal Domínio Público - a biblioteca digital do MEC - e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (NUPILL), da Universidade Federal de Santa Catarina, a Coleção Digital Machado de Assis reúne mais de 300 títulos do autor. Dá pra ler no site ou baixar em PDF.

Acervo digital da Bibioteca da USP traz cerca de 3 mil títulos

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A Biblioteca Digital (BBM Digital) da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) tem um dos mais importantes acervos de documentos sobre o Brasil com mais de 3500 títulos. Destaque para as coleções de livros de literatura brasileira, história do Brasil e relatos de viajantes, que vão do século XVI ao início do século XX. Rico em mapas, iconografias, obras de referência, folhetos e periódicos, permite consulta no próprio site ou o download das obras em PDF.

Biblioteca Britânica tem portal com manuscritos raros

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Livros antigos podem ser folheados e permitem uma experiência diferente ao usuário que tem familiaridade com outros idiomas. Disponíveis de forma online, podem ser consultados também em versão áudio. Site em inglês.

Arte: o MET Museum encanta com mais de 400 obras para download

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O Metropolitan Museum of Art é o maior museu de arte dos Estados Unidos e oferece em seu site livros de arte que podem ser lidos online ou baixados em PDF.

Luso oferece centenas de títulos em Língua Portuguesa

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Pra quem é fã de e-books, este site apresenta três versões para download: em PDF, e-PUB e MOBI. A plataforma reúne centenas de livros em Língua Portuguesa de autores de todos os países lusófonos.

Bibliopedra tem apostilas de cursos também

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O grande diferencial deste site é que as obras estão em Word. São centenas de livros e cursos

NASA promove passeio pelo espaço sideral em livros com imagens incríveis

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O site da NASA tem muito conteúdo e encanta até quem não lê em inglês dada a riqueza de imagens, registradas em várias missões espaciais. Tem uma seção dedicada a livros que contam a história da agência  (clique aqui para ler). Os livros podem ser lidos em PDF, ePUB ou MOBI para Kindle.

Destaque para títulos como Hubble Focus: Galaxies through Space and Time, com as grandes descobertas do telescópio espacial, The Saturn System Through the Eyes of Cassini, uma compilação das 450 mil imagens de Saturno e suas luas captadas durante 13 anos pela sonda Cassini, Earth, com imagens da Terra vista do alto registradas por astronautas que estiveram na Estação Espacial Internacional nos últimos 25 anos e Earth at Night, que também retrata a Terra vista do espaço, mas, durante a noite.

National Emergency Library foi criada durante a pandemia

EmergencyLibrary

A National Emergency Library é uma coleção temporária de livros que dá apoio ao ensino emergencial remoto enquanto universidades, escolas, centros de treinamento e bibliotecas foram fechados devido à pandemia da Covid-19. Os livros da Biblioteca Nacional de Emergência estão disponíveis em inglês e apenas para um usuário por vez, por meio de empréstimos digitais controlados. 


É tanto livro grátis que dá até para aproveitar para fazer uma doação para o projeto Retomada das Livrarias, da Câmara Brasileira do Livro. O objetivo é arrecadar fundos para ajudar financeiramente as micro e pequenas livrarias diante do novo cenário de pandemia. São aceitas contribuições de qualquer valor. Clique aqui para ajudar o Projeto Retomada das Livrarias.

>>> Clique aqui para baixar grátis o leitor de documentos em PDF

>>> Clique aqui para baixar grátis o leitor de livos em e-pub (download automático)

  • 16 Janeiro 2021
  • Internet

Em primeira edição online, reflexão sobre o processo, o histórico e a lírica musical é oferecida aos filiados que amam essa forma de arte.

Debate dia 14 de julho, às 15h

● Inscrições até 10 de julho pelo Whatsapp do SINESP: 3116-8400, ou clicando aqui.

● Os filiados inscritos receberão o link para entrar na sala virtual do Música em Debate pelo e-mail e pelo Whatsapp cadastrados no SINESP.

Música, arte que encanta

Escutar música pode ser uma prática individual ou coletiva. A música está na vida de quase todos, nos momentos alegres, nos tristes, nas grandes comemorações, mas também nos momentos de intimidade consigo mesmo.

Às vezes, a música parece o pano de fundo de um evento, às vezes, o próprio evento, como num show, por exemplo.

Mas quando a música é momento de reflexão sobre seu próprio processo? Sobre sua(s) história(s) e sua lírica? Quando pensamos a canção como “uma forma de oração”? E parafraseando Vinicius de Moraes A música não é brincadeira, amigo / A música é a arte do encontro.

Que nossos encontros sejam assim, de arte e encantamento!

  • 14 Julho 2020 - 14 Julho 2020
  • CFCL-SINESP
  • Virtual

Já pensou sair da Casa Velha da Ponte, onde viveu a escritora Cora Coralina, na pacata cidade de Goiás, e dar de cara com o Museu do Amanhã, na Baía da Guanabara? Mais de mil quilômetros separam os dois pontos, mas, na internet, todos os museus são vizinhos.

Plataformas como Google Arts & Culture e Era Virtual permitem passeios 360° pelos mais importantes museus e casas de cultura do Brasil, levando o espectador a vivenciar o espaço físico onde as obras estão inseridas. 

Dá até para voltar ao passado, fazendo uma visitinha ao Museu Nacional antes do incêndio, ou fazer um tour pelas galáxias na nave-escola que sai do Museu do Universo. E que tal um cafezinho com o escritor Guilherme de Almeida antes de bater perna pelas cidades históricas de Minas Gerais? Há muito para explorar nestas plataformas. Aproveite!

Prepare seu roteiro e prestigie os museus brasileiros!

Clique nas fotos para fazer a visita.

Google Arts & Culture

Museu Nacional (RJ)

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O Museu Nacional do Brasil, que em 2018 teve aproximadamente 92,5% de seu acervo destruído em um incêndio, disponibilizou o acervo de forma digital. Por meio da plataforma, o visitante pode ver o mais antigo esqueleto humano das Américas, o meteorito Bendegó, e uma coleção de cerâmicas brasileiras antigas.

Museu do Amanhã (RJ)

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O Museu do Amanhã é um ambiente de ideias, explorações e perguntas sobre a época de grandes mudanças em que vivemos e os diferentes caminhos que estão por vir. Inaugurado em dezembro de 2015 no Píer Mauá, oferece uma narrativa sobre como poderemos viver e moldar os próximos 50 anos. Além de conhecer os interiores do museu, você pode conferir mais de 1.000 itens e cinco mostras, entre elas “Rios em Extinção”, “A Espécie Mais Perigosa do Planeta”, e “A Beleza Escondida da Matemática”.

Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

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Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, reúne um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros. Sua bicentenária coleção se originou de três conjuntos de obras: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro, em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821. 

Museu Imperial (RJ)

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O Palácio Imperial de Petrópolis foi uma das residências da família imperial brasileira. Construído entre 1845 e 1862 com recursos oriundos da dotação pessoal do imperador d. Pedro II. Ao longo das últimas sete décadas, acumulou expressivos conjuntos documentais, bibliográficos e de objetos totalizando um acervo de quase 300 mil itens.  

MAM Rio - Museu de Arte Moderna do Rio (RJ)

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Criado em 1948, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) tem cerca de quinze mil obras, entre esculturas, pinturas, fotografias, desenhos, gravuras, instalações e mídias contemporâneas. No tour virtual, mais de 200 itens e as mostras “Fotografia Africana”, “Um Museu Carioca” e “Arquitetura e Construção”.

Museu Histórico Nacional (RJ)

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Numa ponta que avançava sobre o mar, conhecida como Ponta do Calabouço, entre as praias de Piaçaba e Santa Luzia, no centro histórico do Rio, os portugueses construíram em 1603 a Fortaleza de Santiago, origem do conjunto arquitetônico que hoje abriga o Museu Histórico Nacional. Confira aqui mais de 200 itens e quatro mostras, entre elas “Rio de Leandro Joaquim” e “Figurinos de Sophia”.

CCBB Rio de Janeiro (RJ)

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Inaugurado em 1989, o CCBB Rio de Janeiro tornou-se rapidamente um dos mais importantes centros culturais do país. Antes da pandemia, era o centro mais visitado do Brasil e figurava entre os 30 mais visitados do mundo. O edifício hospeda ainda o Arquivo Histórico e o Museu do Banco do Brasil. Na plataforma, estão disponíveis mais de 200 itens e sete mostras, entre elas “Los Carpinteros: objeto vital” e “Abraham Palatnik”.

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP (SP)

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São mais de 8 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos, fotografias e vestuário de diversos períodos, abrangendo a produção europeia, africana, asiática e das Américas.

Pinacoteca de São Paulo (SP)

pinacoteca

A Pinacoteca de São Paulo funciona em um antigo edifício projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios. É o mais antigo museu de arte de São Paulo e é dedicado às artes visuais, com ênfase na arte brasileira do século 19 até os dias de hoje. O prédio comporta ainda um dos principais laboratórios de conservação e restauro do país.

Museu do Futebol (SP)

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O Museu do Futebol tem mais de 700 itens e 14 mostras, entre elas o “Museu do Impedimento”: projeto colaborativo que reúne histórias e memórias compartilhadas pelo público sobre as mulheres do futebol que ousaram jogar quando o esporte era exclusivamente masculino, entre 1941 e 1979.

Museu Afro Brasil (SP)

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Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do Ibirapuera, o Museu Afro Brasil se tornou uma instituição pública em 2009, e desde então conserva um acervo com mais de seis mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. São mais de 300 itens e sete mostras na versão virtual, entre elas “O Espírito da África” e “O Maracatu e o Guerreiro de Alagoas: festividades afro-brasileiras”.

Casa Guilherme de Almeida (SP)

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A Casa Guilherme de Almeida , localizada na antiga residência do poeta modernista, é o único museu-casa de São Paulo a abrigar o acervo de um escritor. Ela preserva os objetos, móveis e obras de arte que pertenceram a Guilherme e à sua esposa Baby de Almeida. Na opção “Um pequeno grande museu”, mais de 90 itens expostos no local.

Museu de Imigração do Estado de São Paulo (SP)

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O Museu da Imigração do Estado de São Paulo herda do Memorial do Imigrante toda a história de preservação da memória das pessoas que chegaram ao Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes, e o relacionamento construído, ao longo dos anos, com as diversas comunidades representativas da cidade e do Estado. Mais de 100 itens e duas mostras: “O Caminho das Coisas” e “Viagem, sonho e destino” estão na versão para o Google.

Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP)

mamsp

O edifício do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) está inserido no conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer e reformado por Lina Bo Bardi nos anos 80. Localizado sob a marquise do Parque Ibirapuera, sua coleção reúne mais de cinco mil obras de arte moderna e contemporânea brasileira. Aqui tem mais de 100 itens e 11 mostras, entre elas “A Arte de Expor Arte”, “Arte Brasileira Sobre Papel”, “Devoção” e “Faces do Desejo”.

MON - Museu Oscar Niemeyer (PR)

mon

Inaugurado em 2002, o Museu Oscar Niemeyer (MON) é um espaço dedicado à exposição de artes visuais, arquitetura, urbanismo e design. Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina! No Google, são mais de 600 itens e 9 mostras, entre elas “Ásia: a terra, os homens, os deuses” e “Irmãos Campana”.

Era Virtual

Museu da República (RJ)

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Localizado no Palácio do Catete no Rio de Janeiro, sede do executivo federal antes da inauguração de Brasília, abriga elementos arquitetonicos de diferentes épocas e estilos, testemunhos materiais do Império e da República.

Museu do Universo (RJ)

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Entre na nave-escola e dê um passeio pelo universo. A viagem começa no Museu do Universo, que fica no Rio de Janeiro. A instituição possui ainda duas cúpulas em funcionamento: a Carl Sagan, que tem 23 metros de diâmetro, que abriga o planetário modelo Universarium VIII – TD, e a Galileu Galilei, com 12,5 metros de diâmetro. 

Casa de Cora Coralina (GO)

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Na Casa Velha da Ponte, como também é conhecida a casa onde viveu Cora Coralina, está um acervo que introduz o visitante no universo poético da escritora. São vários tempos da vida da autora representados por um arquivo geral de objetos, imagens e discursos. Há desde peças de roupas até fotos, utensílios domésticos, livros, móveis e cartas, além de um jardim nos fundos com uma bica de água potável.

Museu Nacional do Mar (SC)

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O Museu Nacional do Mar – Embarcações Brasileiras – foi criado em 1991 com o objetivo de valorizar a riqueza e diversidade do patrimônio naval brasileiro.

Casa de Guimarães Rosa (MG)

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O Museu Casa Guimarães Rosa foi criado em 1974 na casa onde o escritor nasceu e passou a infância. 

Museu de Artes e Ofícios de Minas Gerais (MAO-MG)

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Iniciativa do Instituto Cultural Flávio Gutierrez – ICFG, o MAO preserva objetos, instrumentos e utensílios de trabalho do período pré-industrial brasileiro. A observação do acervo revela que, mesmo quando desenvolve uma peça voltada para suprir uma necessidade de trabalho, o homem usa sua capacidade criativa e se expressa com arte e sensibilidade.

Museu do Diamante (MG)

museudodiamante

O acervo do Museu do Diamante permite uma reflexão sobre os aspectos da extração diamantífera em face do contexto social da região nos séculos XVIII e XIX. Destaque para as pedras preciosas, os oratórios e as balanças de pesagem de minério. Dá pra bater perna pelos arredores do museu e conhecer melhor a região do Tijuco, hoje Diamantina (MG). O museu funciona na antiga residência do inconfidente padre Rolim, desapropriada pela Coroa Portuguesa.

Museu da Inconfidência (MG)

museudainconfidencia

Com apenas um clique, o internauta poderá mergulhar no universo da antiga e próspera Vila Rica, uma opulenta sociedade que se formou em torno da política de exploração promovida pelo reino português. Através de objetos e documentos, se desenha o quadro motivador para as ideias de liberdade da conjuração mineira.

Museu de Arte Sacra (MG)

mas

O Museu de Arte Sacra reúne registros de diversos períodos históricos importantes para a cidade de São João del-Rei e o estado de Minas Gerais, como o período da mineração e da produção artística dos estilos barroco e rococó. Há aproximadamente 450 peças provenientes de doações e, principalmente, por meio de comodato, o acervo pertencente às Confrarias, Irmandades e Ordens das Igrejas da cidade.

Tainacan
Outra plataforma que reúne acervos de museus brasileiros é o Tainacan, focado principalmente nas instituições do IBRAM. Para visitar, clique aqui

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  • 16 Janeiro 2021
  • GoogleArts&Culture. Era Virtual. Tainacan
  • Internet

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